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Semente Lyrics

Sinistro - Semente cover art
Band
Album

Semente

(2016)
TypeAlbum (Studio full-length)
GenresAtmospheric Sludge Metal
Album rating :  -
Votes :  0
Lyrics > S > Sinistro Lyrics (6) > Semente Lyrics (6)
Submitted by level 21 록스타 (2017-12-29)
1. Partida (6:15)
Sento-me no sol secreto
À espera da sombra
Sento-me no sol secreto
À espera da sombra

O corpo solene espreita
No fumo solto
O corpo solene espreita
No fogo solto

A noite permanece sentada
Aguardando o destino
A memória repete-se
E regressa à rua do frio e do quente
Do abraço e do beijo
De um comboio a naufragar
Uma viagem contínua mas suspensa

O corpo solene espreita
No fumo solto
O corpo solene espreita
No fogo solto

E a sentença da alma que não vai sentir
E a lembrança da alma qua não vai adormecer
E a promessa da alma que vai existir

Sento-me no sol secreto
À espera da sombra
Sento-me no sol secreto
À espera da sombra
2. Estrada (5:06)
Estou num lugar onde sinto
Estou num lugar onde sou

Somos nós em espelho com o tempo
Aguardando outra passagem
Instantes sublimes
Irrepetíveis

Estou num lugar onde não sinto
Estou num lugar onde não sou
E não vamos esperar
E não vou esperar
3. Corpo Presente (4:33)
Mostra a vida que é para sempre
Não há pouca coisa
Na toada da terra
São poemas com pedras
Chora o corpo presente
Chora o corpo nascente
Na toadada terra
São poemas com pedras
Chora o corpo presente
Chora o corpe nascente
4. Semente (3:03)
5. Relíquia (7:58)
Á janela silenciosa
Paredes fechadas ao entardecer
Longe da memória
Cabelos brancos
Solo de um passado

De passos cegos foge a saudade
Limando os ossos vestidos de noite
A história em palavras repete-se inteira
E sobre os dedos repousam murmúrios

Bela e etérea
Bela e eterna

Contam-se segredos na boca de um anjo
Um dedo ao olhar que te amo
Cortam-se segredos na boca de um anjo
Cortam-se segredos na boca de um anjo
6. A Visita (5:55)
Vem caminhar
Deixa a sombra
Solta os pés que queimam o chão
Abraça o meu corpo
Dormente do frio
Entre os braços cerrados
Pele com pele cinza em mim
Agarra o coração
O silêncio amargo na boca
Pele com pele cinzi em mim
Agarra o coração
7. Fragmento (11:01)
Nas falhas quentes das feridas abertas
Percorre a minha língua laminosa
O homem passeia o seu animal
Com o olhar invisível saboreando o chão
A senhora das rugas sente uma pedra na sua cabeça
Uma faca a retirar o coração
As janelas qua se impõem na sombra
Falam do nada qua veem
O chão ergue-se e cai
Um homem passeia o jornal
As palavras morrem esmagadas umas contra as outras
O vento lânguido sufoca roupas expostas
Toma um gole de ar e adormece

O céu queima a alma sobre nós cai na manhã

Esta é a f'é de todos os homens diante do tempo
Este é o céu que cai sobre nós

Conta uma história por mim
Respirar
Afaga o teu rosto na palma da mão
Conta um sonho por mim
Devagar
Afoga o teu rosto na palma da mão
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