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Metralion - Quo Vadis cover art
Band
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Quo Vadis

(1988)
TypeStudio Full-length
GenresThrash Metal
LabelsHeavy Discos
Album rating :  -
Votes :  0
Lyrics > M > Metralion Lyrics (14) >

Quo Vadis Lyrics

(9)
Submitted by level LightListener
1. Intro (1:03)
instrumental
2. Tempos de Crise (5:02)
Tempos de Crise
(J.P. e Alexandre)

São dias difíceis
Tempos de crise
Fome e miséria
Se espalham como praga
Triste vida solidão
Degradação da raça humana
Não lhes permitem nem orgulho
Sobreviver, humilhação
De todos nós o que fazemos
Para mudar isso?
Porque nós temos o direito
De nada fazer
Jogados pelos cantos
Milhões de homens e mulheres
Jovens adultos e velhos
De todas as raças e credos
Vida subhumana
Levam um terço do mundo
Será que nós queremos
Que morram de uma vez
Líderes mundiais
Que tanto investem em guerras
Esqueçam a morte
Preservem a vida
3. Tiranos (2:46)
Tiranos
(J.P., Fernão e Roberto)

Malditos governantes
Que tanto nos exploram
Que tanto nos sufocam
Temos que expulsá-los
Tomam decisões
Sem nada consultar
Sem nada explicar
Maldito governo
Pobre sistema
Vamos nos unir
Gritando nas ruas
Por um mundo mais justo
Não à violência
Não à miséria
E à impunidade
4. Frias Regras (4:35)
Frias Regras
(Alexandre)

Desde pequeno sentiu na pele
Desespero de viver
Espera muito pra ganhar pouco
E sem nada pra poder fazer
Menino pobre e explorado
Gênio rebelde que acaba de nascer
Da sociedade foi posto a margem
Sem ter razão e nem porque
Aos quinze anos fugiu de casa
Pra Ter a vida que sempre quis
Pegou trabalho quis ser honesto
Tinha esperança de viver
Até que um dia foi posto em cana
Numa disputa pelo seu ideal
Foi acusado sem justa causa
Do homem honesto passou a marginal
Dias, meses e anos se passaram
Sua vida calma se transforma a cada dia
Dor tortura fazem parte de sua rotina
Seu corpo largado fazia vomitar
Mas sua mente trabalhava sem descanso
Tentando achar uma maneira de escapar
Ódio e rancor faziam parte de seu ser
Da sociedade vai se vingar
Foi indultado depois de anos
E pra prisão não mais voltou
Fugiu pra longe pra outro estado
Mudou de nome quis recomeçar
A vida honesta não lhe deu nada
Seu passado é só desilusão
De sua cabeça já então mudada
Só lhe restara a incompreensão
Tornou-se forte e insensível
Enriquecendo na contravenção
Foi indo aos poucos ganhou terreno
Em pouco tempo líder se tornou
Menino simples e sonhador
Gênio do crime sem esperança
Vida estragada triste herança
De um mundo cruel e desumano
5. Rivais (3:40)
Rivais
(Alexandre e J.P.)

Era tempo de guerra
Em um mundo de paz
Onde dois grandes homens
Sempre foram rivais
Formavam grandes exércitos
Aqueles dois generais
Que de longe comandavam
Em nome de falsos ideais
Matavam sorrindo
Sem pensar nem sentir
Destruíram o mundo
Só pra não ter que dividir
O mundo então destruído
Nenhum deles queria mais
Cidades viraram ruínas
Homens viviam como animais
Mas a força do destino
Pegou os dois grandes rivais
Que pra salvar as suas vidas
Se uniram em torno da paz
6. Penúria (3:11)
Penúria
( J.P., Fernão, Rica e Alexandre)

Criança faminta, subnutrida
Largada no mundo, perdida na vida
Seus pais não existem
Não ligam pra nada
Invadem as ruas, sobrevivência
Criança perdida e explorada
Sem passado ou futuro
Sua esperança não existe
Sua verdade, desilusão
Criança sofrida e violentada
Ninguém a respeita em nada
Não tem direito e nem vontade
A sociedade só os massacra
Criança largada
Que fica alienada
Onde está seu Deus
Que nunca te deu nada
7. Império (4:01)
Império
(J.P. e Alexandre)

Povo guerreiro de muitas conquistas
Um grande império na América do Sul
Usavam os Andes como moradia
Seus chefes supremos eram os filhos do Sol
Com sabedoria dominavam tudo
Entre as montanhas e a costa do Pacífico
Terra abundante em ouro, prata e bronze
Povo muito rico e ingênuo demais
Mas esses dias de fartura vão acabar
Tudo culpa da ganância dos reis de toda Europa
Que por não ter mais ouro e prata pra cunhar suas moedas
Mandam imensas frotas bem armadas explorar outras terras
Pizzaro e Cortez foram instrumentos desse massacre
Mandados a América pelos reis de toda Espanha
Nas suas esquadras a pior laia européia
Pra roubar, escravizar e matar todo império Inca
O império dizimado
Á Espanha muitas riquezas
A vitória da covardia
De heróis sem qualquer honra
Comandados pelo dinheiro
O instrumento do poder
O argumento de homens fracos
Que não merecem nenhum respeito
8. Porcos da Lei (4:15)
Porcos da Lei
(Alexandre)

Das loucuras que essas noites nos trazem
Violência porcarias demais
Só nos resta a impressão
Que esses porcos agem com razão
Espalham medo por toda cidade
Com ameaças e corrupção
Se escondendo atrás de um uniforme
Pra justificar toda sua omissão
Ah, porcos da lei
Vivem perseguindo você
9. Heróis de Guerra (5:27)
Heróis de Guerra
(J.P., Roberto e Rica)

Jovens inocentes são chamados para defender a pátria
Não são indagados se essa é a sua vontade
Deixam seus lares para lutar contra quem não conhecem
São treinados para matarem seus oponentes
Na despedida são treinados como heróis da nação
Todas as esperanças estão depositadas neles
E com nacionalismo doentio vão para guerra
Mas a realidade é diferente
A guerra arruina suas mentes
Perdem a confiança em seus líderes
A farsa patriota cai por terra
Seus únicos amigos são os rifles
Pouco a pouco tornam-se animais
Odeiam os que estão a sua volta
Envolvem-se em uma luta particular
Perdem suas juventudes em um campo de batalha
Carregam traumas para o resto de suas vidas
Saem mutilados fisicamente
De uma guerra que nunca foi deles
Se ganham a guerra
São chamados de heróis
Se são derrotados
São marginalizados
Se ganham a guerra
Não são vitoriosos
Se são derrotados
São os responsáveis
Pesadelos da luta em suas cabeças
Atormentarão por toda vida
Pesadelos que nunca irão terminar
Por não ter morrido em batalha
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