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Lamúria Abissal - O Último Descanso Finalmente Lhe é Concedido cover art
Band
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O Último Descanso Finalmente Lhe é Concedido

(2012)
TypeStudio Full-length
GenresDepressive Black Metal
LabelsRigorism Production
Album rating :  87.5 / 100
Votes :  4
Lyrics > L > Lamúria Abissal Lyrics (5) >

O Último Descanso Finalmente Lhe é Concedido Lyrics

(5)
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1. Amado Ódio Retroativo (6:47)
Maldito sentimento que jamais me abandona
Se tivessem palavras para descreve-lo
Elas cortariam a garganta de tão doídas
Que merda de vida fudida é essa
Não pedi pra viver isso

Há tanto o que pensar
O que sentir?
Sempre vem atona
Tantos gritos
Sucumbidos
Em pesadelos de siluetas semelhantes
A uma que me excita a penumbra de dias amargurados

Amado ódio meu, tão retroativo
Alimento-te com o vigor de minha vida que passa
Enquanto observo minha sanidade se desfacelar pelo ar
Dessa palidez depressiva, meu refúgio de ódio

Estou chorando
Babando de ódio e me machucando
Martírio meu, tão retroativo
Alimento-te com a minha desfacelada sanidade
Pois o que se resta agora é só o ódio
Que dessa vez veio pra ficar

Se não fosse, só esse vácuo
Vida que se arrasta em morte
Morte, sentido da vida
Minha vida é uma constante morte
Ao ódio que sinto todo dia
Ao desdém que descarrego todo dia
Que foge de meu peito tanta raiva
Fogem de meus olhos em forma de lágrimas
De vergonha
2. Me Afogando em Lâminas e Comprimidos (10:23)
A amargura
Da vida que engulo com tanto ódio
A estima da dor e remorso
Se transcrevendo eternamente em desdém e escárnio

Ódio, ódio, ódio
Sentimento que me toma conta
Tristeza, apatia e melancolia
Sentimentos que tomam minha vida

Porra sem significado
De novo, todo cortado
Machucado por rejeições escritas na carne
Lastimado por frustrações descontadas na carne
A morte me espera, ou eu espero ela?
A vida ja não se é presente mais
A letargia da decepção ja é monótona e esperada
Precedida pela depreciação
De agora em diante sou nada, por nada vivo, por nada continuo

Tomado por vultos de pura vingança demasiada
Todos os dias eu a odeio
Todas as noites ainda a espero
Todos os dias a desprezo
Todas as noites desejo sua morte...

Patologia de minha vida
Esmerado de dor e agonia
Vida, que agora jaz em minhas feridas
Que abro em um pranto de distimia

A lacuna de afeto, presente na agressividade
A apatia minguante em reciprocidade
A você que a tanto me esqueceu
A você que jamais me entendeu
O vácuo sentimental, maldito fardo
Em minha via crucis depressiva chamada vida
É quase como se estivesse me afogando em lâminas e comprimidos...
3. O Fantasma de um Rancoroso Passado (8:53)
Você volta, outra vez
Sua presença ja me range os ossos
Tanto o que se pensar
Tanto o que se falar
Pra você
Minha cólera é demasiada

Noites em claro, desabafos, fadados a um novo inicio
De um ciclo destrutivo
Dias em dor, remorso e constrangimento
Por uma vida minada por sua presença
Ó odioso ser de minha convivência
O fantasma clamante por voltar a estar vivo
Reviver o ódio, o amado sentimento retroativo
O desprezado sentimento sufocado
O tedioso passar dos dias nessa valsa de dor
Que vez por vez trocamos quem conduz e até aonde vai

Um dia fora algo, foi tudo, meu mundo
Agora não pode ser nada, tem que ser menos, esquecer tudo
E engolir os sapos de um presente emergente de um passado que é um cemitério
No qual pra sempre lhe sepulto sem chance de volta

Você me fez chorar
Me fez parar
Parar de falar
Você me fez gritar
Me aquietar
Deixar de chorar...
Você escapuliu de meus dedos, de escolhas que você fez
De coisas que você disse
De coisas que você fez e agora chora por eu ter chorado
Encho seu tumulo com minhas lágrimas e a muito custo
Te sepulto em meu desdém

O vento que sopra agora em meu rosto
Limpando as lágrimas
Varrendo o cansaço
Secando minha feição, tão morta e exausta
De coisas que você disse, de coisas que você fez
A memória mais bonita, foi ter ido embora e deixar você morrer
O perpetuar de sua morte, seria mais intenso te vendo me matar
Pelo amor que te dei, respondido com memórias de desdém.
4. Lamúria Abissal (14:20)
No que se baseia minha tristeza?
Tão vazia quanto cada lágrima escorrendo por minha feição
Gélida e inerente perante tanta agonia
De ver você partir
De sentir ninguém ficar
Tamanha frustração que carrego no peito
Infinita lamúria e desprezo
Minha vida é uma desgraça
Nunca pedi para nascer, sou apenas um fardo no mundo

Não sei por que insistir em continuar
Se só oque me resta é chorar
Ter que sempre lamentar
Tantos ferimentos e angústias a sangrar
Nunca mais irei acordar
Nesse mundo não quero mais ficar
Em sono profundo pretendo continuar
Não aguento mais sempre fraquejar
Sentindo meu coração se despedaçar
E meu ódio aumentar

Vida, lamúria abissal
Morte, lamúria abissal
Esquecido pela luz
Nesse abismo de desolação
Vida, lamúria abissal

Não existe
Quem me odeie mais
Do que o nojo
Que sinto de mim mesmo

A cada olhar
Nesse espelho
Minha prisão sem paredes
Minha insanidade sem fim
Minha lamúria abissal

Minha morte em vida
Agonia pulsante, ludibriante
E o constante amargar dos dias que se passam e morrem
Entre mais dias que nem deviam ter começado

Andando pelos rios, de sangue e lágrimas
Pelos corredores de meu labirinto depressivo
Me deparando com os mesmos caminhos sem saída
A perdição é saída
Vou me perder pra me encontrar
Me reunir com minha loucura
Insanidade angustiante
Lamúria abissal
5. ...De uma Profunda e Cancerígena Melancolia (12:58)
Solidão, trevas, dor
Sempre, sempre em ambundância
Nesse oceano me afogo
Ocioso pela vida que jaz sem volta

Tristeza, apatia que se aflora
De forma repentina ou brutalmente infligida
Dor, solidão, vácuo
De vida que se arrasta até o além abismo

Sanidade morre
Minha sanidade está acabando
É loucura, tristeza, loucura

Se a vida não é só sofrimento?
Se a vida não é só tortura?
O que você fez comigo minha vida toda?
Sempre indo embora então?
Oque eu conheço como vida?
Será que isso é morte?
Não sei de mais nada diferente à isso
Nada vai além

Nada me tira mais daqui
Sua presença me sufoca
Quero ir embora daqui
Por favor me leve embora
Sim, embora
Eu quero ir embora

Eu lhe imploro, me deixe ir embora

Este é meu abismo
A lacuna de minha alma
O lugar a qual habito
Esse é meu abismo
Fúlgido e sombrio
Morto e decaído
Dos mais profundos e sombrios murmúrios de minha alma
Da mortalha de meus sentimentos
Vos apresento
O além abismo

E a vida oque seria além de tristeza?
E a vida oque seria além de solidão?
A vida é nada
Porra maldita, vácuo
vácuo existencial

Me dói cada vertébra
A ranhura de minha amargura
Me dói cada segundo
Continuar a viver nessa terra
Eu quero ir embora
Me leve embora, por favor

Por favor
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