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Filii Nigrantium Infernalium - Fellatrix Discordia Pantokrator cover art
Band
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Fellatrix Discordia Pantokrator

(2005)
TypeStudio Full-length
GenresBlack Metal, Heavy Metal, Thrash Metal
LabelsPro-Con Media
Album rating :  85 / 100
Votes :  1
Lyrics > F > Filii Nigrantium Infernalium Lyrics (8) >

Fellatrix Discordia Pantokrator Lyrics

(8)
Submitted by level DaveÅkerfeldt
1. Intro (1:43)
2. Calypso (3:49)
Calypso - puta infernal
O mar devora o adeus - o deus que fui
Terra - ervas do Mal - o nada afoga o
Tudo, e eu - Norte e Sul - Rock'n'Roll!

Guerreiro do trovão
O pó incuba o ar...
Sangue no sal
A morte é real!

Calypso - chama febril
O teu veneno alimenta o meu funeral
Poço... águas de azur
Resta a queda, a ressaca, a maré o sal

A morte é real
O pó incuba o ar...
Sangue no sal
A morte é real!

Nuvens de ópio - tortura, prazer
Acabarei nos poços de azur
A roda ao pescoço, a matriz
A raiz do Mal - profanação!!
3. Bordel no Éden (6:19)
Trepidação - a roda esvai o pano que cai
E fecho os olhos - de sol a sol, a voz
Do fim - trocista, longínqua: grotesca
Trepidação. A roda atrai o fado meu
E morro, morro
Por fim

Contemplação da guilhotina, o cadafalso
E o logos; logo... o nada dá o pó ao pó
Melhor sair de cena
Contemplação - para bem morrer
Mas tarde é
... e sempre é tarde para o caixão...

Eis a roda
Tortura infinda
Capricho eterno - Queda!

Oh, fellatrix... Oh, discordia...

Pantokrator
4. Azur (Heliophobia) (3:41)
Farejo os eixos do caos
A Sul de Satanás. Caio nos poços de azur

Morre nas trevas da volúpia
E caio neste poço sem fim
Traça as linhas do fim da linha
Ergue esta vala comum - para nós

Rasga os meus olhos, bebe o meu sangue
Hybris, suicídio ritual

- Minha irmã
Minha irmã
Eixos do caos. Satanás
5. Morte Geométrica (4:20)
Morte geométrica - além da noite, mil noites
VI VI VI - Somos o verbo
Chicote industrial / orgia de carne e metal
Funeral / As pragas da criação

Nós! Máquinas... genocida criação
E nós - Peste!
Como deuses: não há futuro

"Ô convoi solennel des soleils magnifiques,
Nouez et dénouez vos vastes masses d'or,
Doucement, tristement, sur de graves musiques,
Menez le deuil très-lent de votre soeur qui dort.

Les temps sont révolus! Morte à jamais, la Terre,
Après un dernier râle (où tremblait un sanglot!)
Dans le silence noir du calme sans écho,
Flotte ainsi qu'une épave énorme et solitaire.
Quel rêve! Est-ce donc vrai? Par la nuit emporté,
Tu n'es plus qu'un cercueil, bloc inerte et tragique
Rappelle-toi pourtant! Oh! l'épopée unique!...
Non, dors, c'est bien fini, dors pour l'éternité.

Ô convoi solennel des soleils magnifiques...

Et pourtant souviens-toi, Terre, des premiers âges,
Alors que tu n'avais, dans le spleen des longs jours,
Que les pantoums du vent, la clameur des flots sourds,
Et les bruissements argentins des feuillages."
[Jules Laforgue, Marche funèbre pour la mort de la terre, 1880]

Pangeia arde no caixão
Nos fornos de Yawé
Cicuta universal - Não há futuro!
6. Cães de Guerra (5:25)
Ventos de tormenta arrastam o horizonte
Rumo ás águas negras do demo Caronte
Mortem fulget - Fiat lux!
Guerra...

Voltou da batalha banhado em sangue
Do baptismo cordeiro, a orgia, a cruz
A hora de Cronos, o triunfo da dor

Carne arde (tarde) - Deuses, cães de guerra

Com cinzas forjei o rumo da seiva
Apocalypse, luz infernal
Fui eu o anjo que matou o sol

Carne arde - é tarde...
Deuses, cães de guerra!
Matança. Matança. Matança
7. Moïra (7:03)
Eu navego nas trevas, não é fácil matar-me
De Khali surgi, abismos bebi, a queda
É a minha ascensão

Esta roda é infinda (criação caprichosa!)
Destino fatal, fado infernal
Para mim já não há redenção

Moïra - Inferno

Maré cheia de roxos, praia negra de lava
As cinzas de Deus, de Deus Satanás
Nas ruínas de Pã celestial -

Pisei terra queimada. Ludibriei o Caronte
Cristo beijei. Veneno jorrei. Para o fundo
Do seu coração

Moïra - Inferno

Esta roda infinda - criação caprichosa!
Cristo beijei, ejaculei
A seiva da redempção

Moïra - Inferno

Rock'n'Roll - Magna mors
8. A Forca de Deus (7:20)
Rostos do caos nas terras do céu
O sal de Gomorra regressa a Deus
Qual anjo furioso ataco, feroz
Besta impiedosa - o riso atroz - Oh, não

Deus não mais - Somos a forca de Deus
Deus na mão - Seu sangue, nosso festim
Deus no fim - Somos a forca

Nós somos a forca de Deus
Necrorock'n'roll...

Mátria Sodoma, chorei o teu fim
Com Vénus e Baco lutos carpi
Mas eis a vitória, que chega enfim
Tristes tormentos - não sucumbi. Não!

Chicote de trevas
A morte ruge ardente
Nas margens funerárias
Pedras da dor
Incandescente
As águas do Hades são
O ar veneno
Que vive em nós

Carne. Orgia. Devoro a pele da queda
... doce podridão

Mil vezes já morri
Mil vidas que perdi

Mas o martelo ressurge do abismo
As virgens suicidas
E o fruto do seu ventre

Carne. Orgia. É a ruína, a queda
... doce podridão. Matança!
9. Sacra Morte (5:37)
O negro altar penetra noite negra
Sacra Morte. Trovão
E monges turvos violam a lua cheia
Sacra Morte. Plutão!

A noite chora e o céu doente cai
Trevas perfeitas: treme a hora
Comunhão de fé
Êxtase e terror. Vê-los-ei arder

Vejo-vos morrer

Abutre lobo:
Bem sinto o poder de mil cordeiros
Em cascata

Tormenta: raivas obliquas da Besta
Oiço a chamada infernal...
E Deus - eis o sacrifício
Oiço a chamada de Pã

Eis a virtude
Mas eu não estou dentro
Não é minha a vossa lei...
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